segunda-feira, 11 de maio de 2020

EDUARDO KUSDRA - HOMELAND / A JESTER´S TALE


"Homeland" é o vigésimo disco do músico e produtor Eduardo Kusdra. Com a participação de PJ Diniz (Jota Quest), Daniel Coimbra, Maria Eliza e Dão, o disco apresenta 11 faixas gravadas no Estúdio Arte Master. Esse disco marca uma parceria inédita entre Eduardo e Charlie Chaplin. O discurso de Chaplin no filme "O grande ditador" foi livremente musicado por Eduardo que obteve a autorização oficial da Roy Export SAS para utilizar a voz original de Chaplin extraída dos arquivos originais do filme. A música se chama "Machine men" e ela encerra "Homeland".

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EDUARDO KUSDRA - A JESTER´S TALE

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WESCLEY GAMA - CANTIGAS DE ALDEIA


Acesse e saiba mais sobre o disco de Wescley Gama

1288 – Compositor e poeta Wescley Gama (RN) apresenta no ...


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JUNIOR SOARES - FESTIVIDADE

Há uma coerência na música de Junior Soares: sua fidelidade ao retumbão, a marujada, a cultura bragantina. A simplicidade dos temas, a espontânea poesia de sentimento popular, a valorização rítmica das raízes, o gosto pelo lirismo singelo, seja dos temas que brotam da liturgia maruja, seja das evocações de uma natureza romântica. Este é Junior Soares, musico do grupo Arraial do Pavulagem o mais legitimo representante desta bragantinidade musical.

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ELOMAR - NA QUADRADA DAS ÁGUAS PERDIDAS

A produção lítero-musical de Elomar Figueira Mello é marcada pela onipresença da temática do sertão. A análise das letras das canções do álbum Na quadrada das águas perdidas, disco gravado por Elomar no ano de 1978, nos permite distinguir, em tais composições três sentidos, ou três “níveis” de sertão: um “sertão clássico” ou “ideal”, que se alicerça na convicção elomariana de existência, em um tempo pretérito indefinido, de um território interior habitado por pessoas que orientavam suas ações a partir de sentimentos de justiça, dignidade, honra, nobreza e coragem; um “sertão histórico-geográfico”, que se delineia a partir das referências feitas pelo compositor a topônimos e personagens – cantadores, tropeiros, catingueiros – da região do Sertão da Ressaca, na região sudoeste do estado da Bahia; e, por um último, um “sertão profundo” ou “sertão de dentro”, sertão da criação artística, sertão que se constrói pelo específico labor estético-poético do compositor. Este artigo busca focar, de forma mais detida, mediante análise da letra da canção Canto de guerreiro mongoió, as representações elomarianas do sertão histórico-geográfico em que o compositor se insere enquanto indivíduo e enquanto artista – o Sertão da Ressaca.
*http://e-revista.unioeste.br

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FUÁ RABECADO - FUÁ CAIPIRA


O grupo joseense Fuá Rabecado busca fortalecer a identidade rural do Vale do Paraíba, por meio de gêneros e ritmos musicais característicos da região.
Além dos ritmos e da percussão brasileira como base para a construção de shows, o Grupo Fuá Rabecado tem como fio condutor as manifestações e os festejos da cultura tradicional brasileira, replicando em canções autorais a rica diversidade cultural do Brasil. Sua formação tem a Rabeca como instrumento principal, além do violão, da viola e dos cantos a três vozes, que caracterizam o cancioneiro popular.

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RAFAEL ALTERIO - ADRIANA SANCHEZ - GUILHERME RONDON - TODO INTERIOR É IGUAL


Quando um trio com talento de sobra e alma caipira se reúne para um novo tra-balho, o resultado não poderia ser outro senão composições e arranjos lindos. Rafael “Garga” Altério, no piano e na voz; Adriana Sanchez, na sanfona e voz; e Guilherme Rondon, no violão e na voz apresentam “Todo Interior é Igual”, um CD com muitas toadas, chamamés e baladas, onde a música divide o espaço mostrando suas várias vertentes e influências.
Segundo Guilherme Rondon a ideia surgiu de um encontro casual do trio num show. “Nós somos super amigos e pensamos nessa parceria numa conversa pós-show. Aí fizemos um clipe da música ‘Descendo a Estrada’, que fez muito sucesso no YouTube, com vários acessos e decidimos fazer um show que foi um sucesso, uma química ótima”, conta. Do primeiro show, o trio fez mais dois e, com o sucesso da parceria mais que comprovado, tiveram a ideia de fazer o CD. Gravado no famoso estúdio da Gargolândia (SP), o novo trabalho traz 12 músicas, entre inéditas e regravações, e tem a direção de Bosco Fonseca. “Tem algumas músicas nossas que já foram gravadas por outros artistas, mas agora vem com nossa formação e roupagem”, diz Rondon. Lan-çado pela Radar Records, o álbum já está disponível em todas plataformas digitais (Deezer, Spotify, Napster, Google Play e Apple Music), e teve o  lançamento físico em  2018. Todas as canções são assinadas pelo trio e por parceiros. Vale destacar que Rafael Altério, ao lado de Rita Altério e Pedro Altério, é responsável por grandes composições, como “Em Paz”, cantada por Maria Gadu. Guilherme Rondon tem vários parceiros de peso, como Almir Sater e Paulo Simões, além disso, ele é dono de composições incríveis, gravadas por Nana Caymmi e Ivan Lins. Já Adriana, além de compositora, é a primeira sanfoneira a ser endorser da Hohner Musikinstrument da Alemanha, ao lado de Stevie Wonder e Bob Dylan.
Para o trio a música regional de boa qualidade tem perdido espaço para o sertanejo universitário, entre outras vertentes popularescas, que não trazem a verdadeira essência da canção de raiz, e só pela difusão das músicas poderão levar a população algo que está caindo no esquecimento.“Todo Interior é Igual”, mais do que mostrar a verdadeira música do campo, vem comprovar que ainda há espaço para a pureza de suas melodias e letras que trazem em seu cerne o singelo sentimento.
brasileiro para com a vida e a arte.Acompanhados por Bosco Fonseca no contrabaixo, Webster Santos na viola, violão e guitarra, Breno Ruiz no piano, Gabriel Altério e Sandro Moreno na bateria, trouxeram ainda dois convidados especiais: Pedro Altério do grupo 5 a Seco, e a cantora portuguesa Susana Travassos. Várias músicas foram compostas especialmente para esse encontro como “Descendo a Estrada”, que inspirou o projeto, e algumas releituras de clássicos desses compositores.

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PEDRO SAMPAIO - MINHA HISTORIA

Nascido em Xiquexique/BA, é um legítimo representante das barrancas do São Francisco, com as quais conviveu grande parte de sua vida até descambar pelas estradas poeirentas que o trouxeram à capital. Dono de uma bela voz, típica dos barranqueiros, assim que chegou a Salvador não perdeu a chance de mostrar sua veia musical. Em dois LPs e em seis CDs, além de ter participado de várias coletâneas, registrou parte de sua história nesses mais de vinte e cinco anos de caminhada musical pelo Brasil. Com arranjos na medida certa, vocalizações afinadas e a participação de parceiros, o DVD Minha História, gravado no Largo Pedro Arcanjo, do histórico Pelourinho, na Bahia, marca um momento de glória na sua carreira, pois sintetiza um trajetória de 25 anos de carreira.


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CARLOS COLMAN - PARCERIA

A boa música, a verdadeira, sempre é preservada na memória. Essa construção de tons e letras sempre atinge o coração das pessoas. Para isso, alguns músicos são mais que especiais e conseguem o respeito de todos os músicos de vários gêneros. Um desses está em plena atividade de criação e através das redes sociais sempre está mostrando algo de bom. Com novas “obras primas” lançadas nos últimos dias, mostra a capacidade de criatividade desse grande músico sul-mato-grossense que faz parte do primeiro time dos artistas do Mato Grosso do Sul. “Andar do Meu Lado” e outra que ele mesmo diz que ainda não tem nome, mas com certeza cairia muito bem: “Espinho e a Flor”. Duas belas músicas e que mostram a força desse músico: Carlos Colman. Sim ele mesmo. Um músico que é referencia e que está cada vez melhor com sua arte. Na realidade é um artista que merece ser mais valorizado pelos órgãos culturais como outros que fazem parte desse time especial como Geraldo Espíndola, Celito, Paulo Gê, Paulo Simões, Guilherme Rondon e Gilson Espíndola. Seu trabalho é singular e jamais deixou sua autenticidade de lado. O lado do campo e o romantismo sempre estiveram no caminho dele desde quando surgiu com o Grupo Therra. Carlos Colman não pode ser lembrando como o artista que compôs a linda “Castelânea”. Canção essa que atravessou as fronteiras. O artista tem centenas de belas canções como: “Coração de Violeiro” que particularmente acho uma das suas melhores e que em sua primeira estrofe deixa claro toda sua sensibilidade de músico e poeta quando escreve: Coração de violeiro/ Não carece dono não/Já vive preso nas cordas de viola ou violão/ Gosta de uma moda boa/E de quem sabe escutar/As dez cordas conversando num dueto em par. Sem falar também da bela “Coração Ventania” que é cantada por todos. Carlos Colman é assim e sua carreira a cada ano que passa se firma e é sem dúvida um dos principais nomes da música sul-mato-grossense. Com sua nova parceira, Ana Paula Duarte na qual lançaram um lindo CD intitulado “Parceria”, novos e bons frutos estão chegando para aqueles que adoram a verdadeira musica regional do Mato Grosso do Sul. Que siga em frente sempre!
*https://www.blogdoalexfraga.com.br

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