quinta-feira, 18 de abril de 2019

HUMBERTO BARBOSA - SERTÃO DE DENTRO

Natural de Petrolina, ele é compositor cujo trabalho é baseado, essencialmente, em pesquisas sobre o folclore regional.
Já lançou três CDs. O primeiro deles é Anauê, um apanhado de músicas antológicas; o segundo, Quintais, faz parte da coletânea Festivais do Brasil vol.3 e o mais recente trabalho de Humberto chama-se Sertão de Dentro.
Este último conta com a participação especial do conterrâneo Geraldo Azevedo, além de nomes como Soraya Castello Branco, Vanda Queiroz e James Brito. Desse trabalho também saiu uma música do compositor para uma coletânea produzida pela uma empresa de tintas em homenagem ao aniversário da cidade de Teresina.
Humberto já participou de vários projetos musicais em cidades como Recife, Teresina, São Paulo e em sua terra-natal e vem fazendo vários shows alternativos por todo o Nordeste.

Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
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TERRA BRASILIS

sexta-feira, 12 de abril de 2019

GERSON WERLANG - SISTEMA SOLAR

Meus caros, acabou de chegar a três dias e não paro de ouvir esse disco da mais alta linhagem do rock progressivo nacional, orgulho de ser brasileiro quando ouço Gerson Werlang.
Estou compartilhando com vcs como o anterior, os arquivos mp3 e os scanners, mas se houver interesse adquira o original como todos os discos postados no blog, vamos valorizar a obra dos artistas.
gersonwerlang.com/pt

Gérson Werlang | Facebook

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Em Sistema Solar, Gerson entrega um trabalho diferenciado, musicalmente lindo e que vai muito além do que encontramos na cena brasileira. Trata-se de um disco com sonoridade clássica, influenciado simultaneamente por nomes como Yes e por referências nacionais e regionais, como a cena vinda do Rio Grande do Sul. Assim como as passagens instrumentais trazem à mente lembranças dos gentis gigantes do prog inglês, as harmonias acústicas mostram que Werlang bebeu da mesma inspiração que Vitor Ramil, por exemplo. Diversos interlúdios colam as faixas, apresentando-as como movimentos sonoros de uma peça maior. É como se uma pequena ópera se desenrolasse sobre o ouvinte, com letras que discutem a vida e o universo. A predominância de instrumentos acústicos, sempre presentes, dá um clima agreste ao trabalho, tornando-o ainda mais melancólico e bonito. Sistema Solar é um disco realmente excepcional, e que ganha na edição em LP uma mídia que talvez soe mais adequada à sua proposta do que o CD. Mas o fato é que, independentemente do formato, trata-se de um álbum incrível e que precisa chegar aos ouvidos de todo fã de música. Se você se considera um, aproveite que o álbum está nos streamings e delicie-se.

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GERSON WERLANG - MEMORIAS DO TEMPO ( REPOST A PEDIDOS)


Gérson Werlang é violonista, guitarrista, compositor, poeta e escritor. Seu primeiro disco solo, Memórias Do Tempo (2008), contém suas principais influências nas dez composições contidas no disco; violão clássico, rock progressivo, jazz, mpb, música erudita e experimentalismo. Possui quatros discos com a banda Poços & Nuvens, onde é vocalista e guitarrista.
Tem um livro de poemas, Outros Outonos (1997) e vários ensaios e crônicas publicados.  Gérson é  Bacharel em Música pela Universidade Federal de Santa Maria e Master of Music – Guitar Performance pela University of Miami.
Professor de Violão Clássico e História da Música na Universidade de Passo Fundo – RS, foi o criador do Bacharelado em Violão na Universidade de Passo Fundo (1998) e também pioneiro na introdução das disciplinas de História do Jazz e História do Rock (sob o nome de História da Música Popular Contemporânea) nessa universidade.
Memórias do tempo é um belíssimo álbum, muito elaborado com arranjos e programações e a linda voz de Eliane sommer completa esse trabalho que em 2008 foi considerado como um dos melhores discos de rock progressivo lançado no mundo.

Recomendo excelente !!!
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
gersonwerlang.com/pt/
 
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terça-feira, 9 de abril de 2019

LUIS KIARI - DE DENTRO


LUIS KIARI

O envolvimento de Kiari com a música começou na infância, em Campina Grande, no estado da Paraíba, ao ouvir o pai cantarolando versos de Maurício Reis, Altemar Dutra, Agnaldo Timóteo, Nelson Gonçalves, entre outros, enquanto o acompanhava no trabalho rural. Na adolescência teve seu primeiro contato direto com a música por meio dos instrumentos tocados pelos três irmãos cegos, que então estudavam na capital paraibana. Foi nesta época que Kiari aprendeu a tocar violão e começou a ter acesso aos primeiros CDs de música popular brasileira, trazidos pelos irmãos.
Aos 19 anos desembarcou no Rio de Janeiro e intensificou seu envolvimento com a música dando aulas de violão por indicação de amigos da igreja que frequentava. Através destes amigos conheceu aqueles que hoje são seus principais parceiros de composição como Caio Sóh, Gugu Peixoto e Fred Somer. A difícil adaptação do menino do interior do nordeste à realidade de uma grande cidade e a angústia silenciosa deste choque cultural transformaram-se na primeira composição do artista, em 2004, chamada “Terra Ardente”. A partir daí não parou mais. Em 2006 Kiari formou-se em Produção Fonográfica e ampliou seu interesse pelas palavras e por filosofia, frequentando o curso de Literatura da UFRJ como ouvinte.
Foi nesta época que conheceu Caio Sóh, que abriu a varanda de seu apartamento no Recreio dos Bandeirantes para encontros de música e poesia com jovens artistas de várias partes do Brasil. Destes encontros nasceram “Os Varandistas”, que chegaram aos palcos da MPB em 2010. Foi durante estes encontros que Kiari conheceu a jovem cantora Maria Gadú, que gravou em 2009, em seu CD de estreia, a canção Linda Rosa, composição de Luis Kiari e Gugu Peixoto. Com Gadú, Kiari tocou em casas como o HSBC e Credicard Hall (SP), Vivo Rio e Teatro Rival (RJ), e participou da gravação do primeiro CD/ DVD da amiga, onde fez um dueto com sua canção “Quando Fui Chuva”, composta em parceria com Caio Sóh.

DE DENTRO

Segundo projeto do cantor e compositor Luis Kiari, o CD De Dentro mostra a integração das raízes tradicionais sertanejas à modernidade sonora do artista paraibano. O título do disco faz referência não apenas ao interior do país, mas também, e de forma não menos importante, ao interior de nós mesmos, do que temos de mais belo em nossa existência. As composições tecem pensamentos e sonhos, passado e presente.
Com produção de Ricardo Gomes e mixagem e masterização feitas pelo consagrado engenheiro de som Ricardo Carvalheira, o álbum tem a participação especial do cantor, compositor e instrumentista pernambucano Nando Cordel em “A Paz de Esperar”, que assina a parceria com Luis na composição. O projeto traz, em todas as faixas, o toque inconfundível da viola do grande músico mineiro Chico Lobo, que fez uma brilhante participação especial no disco. O trabalho gráfico apresenta um conceito artístico baseado em xilogravura e o projeto está disponível nas principais plataformas digitais.

Recomendo, muito bom !!!
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.

Luis Kiari | Site Oficial |

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

ZÈ DA FLAUTA - PSICOATIVO

Iniciou a carreira artística nos anos 1970 na cidade de Recife, PE, tocando com músicos como Don Tronxo, Agrício Noia, Zé Ramalho, Lula Côrtes, Robertinho do Recife e Marconi Notaro Flaviola. No início dessa década os trabalhos desses e outros músicos ficaram registrados na gravadora Mocambo-Rozenblit em discos como "No sub-reino dos Metazoários", de Marconi Notaro e "Flaviola e Bando do Sol", de Flaviola, dos quais participou tocando flauta.

Em 1974, participou da gravação do LP "Paêbirú", de Zé Ramalho considerado um marco da música nordestina contemporânea e que foi gravado em quatro canais, contando ainda com as participações de Geraldo Azevedo, Ivinho e Paulo Rafael.

Em 1980, lançou com Paulo Rafael o LP "Caruá", contando com a participação de Lenine, Lula Côrtes e de Luciano Pimentel, baterista do Quinteto Violado. O LP é composto, em sua maioria, de temas instrumentais, sendo muito elogiado pela crítica. Destacou-se nesse disco a faixa "Zé Piaba", de sua autoria, onde chama a atenção a interpretação de Lenine e a bateria de Luciano Pimentel. No mesmo ano, participou do LP "Coração bobo", de Alceu Valença, tocando flauta nas faixas "Coração bobo"; "Gato na noite"; "Vem morena"; "Chô saudade"; "Solibar"; "Na primeira manhã"; "Como se eu fosse um faquir"; "Cintura fina" e "A moça e o vento" e, pífanos na faixa "Coração bobo"em versão de novena que encerra o disco.

No ano seguinte, participou do LP "Cinco sentidos", de Alceu Valença, tocando flauta em todas as faixas além de fazer o arranjo para a música "Fé na perua".

No LP "Cavalo de pau", também de Alceu Valença, tocou flauta nas faixas "Martelo alagoano"; "Lava mágoas"; "Pelas ruas que andei" e "Tropicana", essa última, um dos dois maiores sucessos do disco, já considerado um clássico do repertório do cantor.

No final da década de 1980, tornou-se produtor e produziu discos de artistas pernambucanos de raíz como Jacinto Silva, Toinho das Alagoas, Heleno dos Oito Baixos e outros. Seu mais importante trabalho como produtor foi o disco "Brasil forró", que foi concebido quando conheceu os forrozeiros Toinho de Alagoas e Duda da Passira, dos quais reconheceu o talento e quis gravar algumas faixas. Foram inseridas depois faixas com Heleno dos Oito Baixos e Zé Orlando. A gravação desse disco foi feita em um estúdio de quatro canais, e teve biombos de colchão de palha, a acústica garantida por bandejas de ovos, voz registrada no banheiro e sanfonas tocadas e gravadas num corredor. Esse disco,com o título de "Brazil: Forró - Music for Maid and Taxi Drivers", ganhou o Grammy Awards na categoria "Traditional Folk".

Em 1998, produziu para o selo Paradoxx o CD "Você não sabe da missa um terço", da banda Querosene Jacaré. Em 1999, teve a música "Zoar", com Carlos Fernando gravada pela Banda de Pífanos de Caruaru. Nesse ano, foi homenageado pelo músico David Ganc na faixa "Caldo de cana", título do CD lançado naquele ano e escrita no Recife em 1978 quando conheceu o flautista.

Em 2003, produziu o último disco do músico pernambucano JacintoSilva, o CD "Só não dança quem não quer", pelo selo Manguenitude. Nesse ano, teve participação especial no CD "Aboiando a Vaca Mecânica", de Lula Queiroga. Participou também do lançamento do CD do cantor brasiliense Escurinho.

Em 2004, participou do primeiro CD solo do músico/gaitista Jeferson Gonçalves do grupo de blues Baseado em Blues. Nesse ano, participou do IV Fórum de Forró de Aracaju, no Teatro Atheneu, que homenageou os artistas Clemilda e Genival Lacerda, que comemoram 40 e 50 anos, de carreira respectivamente. Na ocasião, proferiu com Bráulio Tavares a palestra "A árvore genealógica do forró, a partir dos seus criadores".

Segundo os ex-companheiros de Quinteto Violado, "Zé da Flauta é "pifeiro nato, único ofício. Definitivamente músico".

O DISCO
A rigor, Psicoativo é o primeiro álbum solo da já longeva carreira do músico, produtor e compositor pernambucano José Vasconcelos de Oliveira, vulgo Zé da Flauta. Mas não seria equivocado se o nome do guitarrista, compositor e produtor musical (também) pernambucano Tuca Araújo estivesse estampado na capa do álbum, lançado em edição física em CD  pelo selo Passa Disco, braço fonográfico da homônima loja de discos do Recife (PE).



Araújo assina a produção do álbum com Zé da Flauta. Mas não é por isso que ele merece o crédito de coautor do disco. É que a guitarra de Araújo dá o peso do rock que pauta Psicoativo, tendo no álbum a mesma relevância da flauta de Zé. Não por acaso, aliás, uma das faixas se chama Pesadamente, é de autoria do guitarrista e reverbera influências do rock da década 1970.



Sim, Psicoativo é um disco de rock. Arquitetado desde 2013, gravado em 2015 e lançado no ano de 2016, o álbum alinha nove temas terminados com o sufixo mente. Nem Nanáturalmente (Zé da Flauta) – tema gravado com as vozes do percussionista pernambucano Naná Vasconcelos (1944 – 2016) – deixa de ter a pegada do rock, mesmo que a introdução percussiva evoque o elo de Naná com o universo ancestral da mãe África.



Em Ativamente (Zé da Flauta), tema que abre o álbum, a flauta de Zé sopra influências que remetem ao toque da banda de Pífanos de Caruaru. Mas Zé leva o disco no sopro roqueiro da flauta. De certa forma, o álbum Psicoativo é uma viagem. Inclusive no tempo. Progressivamente (Zé da Flauta) já dá a pista no título de que o disco também remete ao som da tribo de Jethro Tull, grupo inglês de rock progressivo levado (também) na flauta do líder Ian Anderson. Surubinamente (Tuca Araújo) confirma tal influência.



Aos 65 anos, Zé da Flauta está em cena desde o início da década de 1970, tendo participado de vários momentos e movimentos da cena musical pernambucana. Embora seja o primeiro disco solo do artista, Psicoativo é o terceiro título de discografia que inclui álbuns assinados com o guitarrista Paulo Rafael (Caruá, 1980) e com o percussionista Fernando Falcão (Engenho de meninos, 2003). Psicoativo flagra o músico em plena ebulição criativa, no sopro rejuvenescedor do rock.

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domingo, 7 de abril de 2019

SOCORRO LIRA - CANTOS À BEIRA - MAR

Cantos à Beira-mar a poesia de Maria Firmina dos Reis na música de Socorro Lira. A compositora Socorro Lira lança o álbum Cantos à Beira-mar, décimo segundo álbum de sua carreira, composto de canções autorais a partir de poemas da escritora abolicionista e poeta maranhense Maria Firmina dos Reis (1822 /1917). Arranjos e direção musical de Jorge Ribbas e capa de Bernardita Huart.

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