domingo, 13 de agosto de 2017

CHICO TEIXEIRA - SATURNO - (EXCL. T B )



O cantor e compositor Chico Teixeira lançou seu terceiro disco, “Saturno”, que também dá nome à primeira faixa do trabalho, composta por João Lavraz, irmão de Teixeira, falecido em 2014, a quem o álbum é dedicado.
Além de ser o único músico de sua geração comprometido com o resgate e a continuidade do patrimônio musical do sertanejo de raíz - imortalizado por nomes como Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho, Renato Teixeira, pai de Chico, e Rolando Boldrin - Chico inaugura uma vertente contemporânea do gênero. Na contracorrente da linha estrutural bruta e rústica do sertanejo de raíz, o artista inova a canção regional com letras alinhadas às vozes contemporâneas femininas como a da artista Rita Wainer, que assina a arte das camisetas e palhetas de violão da turnê “Saturno”. Amante de Mercedes Sosa, Leon Gieco e Antonio Tarrago Ros, Chico incorpora elementos da música pop e latina a sua sonoridade e amplia a temática da vida no campo para indagações existenciais, também no contexto urbano, e atualiza o sertanejo de raíz em “Saturno”.
Entre as parcerias do novo disco, Roberta Campos e Renato Teixeira representam as duas faces deste universo e gerações unidas pela transição musical proposta pelo álbum. A participação da ótima cantora espanhola Irene Atienza, com sua voz potente e interpretação contundente, traz dramaticidade à épica “Mãe da Lua”. Enquanto o paulistano radicado no Mato Grosso do Sul João Carrero aponta os diferentes rumos desta sonoridade em mutação ao lado do parceiro da nova geração Chico na preservação da herança musical regional. A faixa-título, composta por João Lavraz, irmão de Teixeira, falecido em 2014, inaugura a jornada musical de Chico e batiza tanto o álbum como o estúdio da família Teixeira, localizado na Serra da Cantareira, criado e estruturado por João. Ao mesmo tempo em que Chico absorve caminhos sonoros novos, o artista mantém sua atuação na perpetuação da música brasileira de raíz. Diretor artístico de “Raízes Sertanejas”, projeto que leva os clássicos da música de raiz a teatros municipais do interior de São Paulo... ( No Raízes Sertanejas Chico é também o artista principal e convida, a cada show, Sérgio Reis. Os dois cantam de 3 a 4 músicas juntos...) O “Tocando em Frente”, como citou, é outro projeto onde Chico toca violão de 6 cordas ao lado de Renato Teixeira, Sérgio Reis e Almir Sater.

Sobre Chico Teixeira
Chico Teixeira tem a música no dna. Representante da nona geração de músicos na família, começou a carreira em 2002 com o lançamento do álbum homônimo, gravado apenas com voz e violão. Em 2011, lançou seu segundo trabalho, “Mais que o Viajante”, que contou com participações de Gabriel Sater e Dominguinhos. Em 2017, Chico Teixeira lança “Saturno”, terceiro disco de sua carreira, com músicas em parceria com nomes como Roberta Campos e Renato Teixeira.

Faixa a faixa por Chico Teixeira
01- Saturno (João Lavraz)
Essa música é uma produção familiar, feita pelo meu irmão João Lavraz quando tinha uns 21 anos. Uma vez, ele, minha irmã Antonia e eu resolvemos montar um trio, mas só tocávamos em casa e essa música era a que gostávamos de cantar juntos. Resolvi gravá-la, pois me traz a sensação de proximidade com ele, como um abraço apertado. Essa canção traz para o álbum algo diferente de tudo que eu já fiz.
02- Song Swan (Geraldo Roca)
Música de Geraldo Roca, trata do conflito entre os monges tibetanos e o governo chinês, conflito esse que dura uma dezena de décadas. Pesquisei bastante essa história para entender a letra, feita a partir de uma notícia de jornal que dizia: “um carro bomba explode e 16 morrem em Sichuan (província chinesa próxima ao Tibete)”. E tem mitologia grega também: “swan song” é o canto do cisne em seu leito de morte. Convivi muito com Roca e percebo de forma surpreendente questões pessoais dele na letra. Ser o primeiro a gravar essa canção e poder cantá-la é um presente da natureza.
03- A Cara da Gente (Rodrigo Hid / Chico Teixeira)
Parceria com Rodrigo Hid, músico e cantor que tocou na minha banda por muito tempo. Durante um ensaio, me mostrou a melodia e me pediu para colocar letra. Escrevi algo para ele cantar para uma moça que havia acabado de conhecer. Acho que por lá não deu muito certo, mas a música está aí.
04- Chama da Floresta (Chico Teixeira)
“Chama da Floresta” é o nome popular de uma árvore laranja que de longe parece estar em chamas. Nessa música, acho que surge alguns elementos da música do interior como os pagodes de viola e uma algo parecido com tambores africanos. Há influência forte do “Samba de Chula” lá do recôncavo baiano. A mensagem da letra fala de um viajante que volta para casa, pois ali tem seu porto seguro, sua família.
05- A Vida é Feita de Sonhos part. especial João Carreiro (João Carreiro / Chico Teixeira)
Música em parceria com João Carreiro, dono de uma simplicidade bem verdadeira, falamos de amizade, fé, esperança. Uma mensagem positiva para o povo nesse momento conturbado que vivemos. Ele mandou a letra e eu musiquei, fizemos à distância. Conheço bem esse universo musical do interior, é natural para mim.
06- Tardes de Maio (Roberta Campos / Chico Teixeira)
Meu encontro com Roberta Campos foi natural, fomos apresentados pela Nô Stopa, madrinha dessa parceria. Fizemos logo de cara “Tardes de Maio”: ela tinha a primeira parte da letra, então fiz a segunda parte.
07- Fique com Deus no Peito (Renato Teixeira / Chico Teixeira)
Fiz música e letra, durante um período de muita tristeza para minha família, um pouco antes de começar a gravar esse álbum. Vivemos uma história de superação, fala de saudade e de fé também. Procuro insistir nesse mantra. Mostrei a música para meu pai e ele arrumou algumas coisas e surgiu mais uma parceria nossa.
08- Mãe da Lua part. especial de Irene Atienza e Carolina Delleva (Jaime Monjardim / Chico Teixeira)
Letra de Jayme Monjardim que encontrei entre outras tantas letras de meu pai. Musiquei já há algum tempo, mas ela só ficou pronta após meu encontro com a banda espanhola Saravacalé. A música fala do urutau, ave rara e misteriosa da América do Sul, mais comum na região Centro-Oeste e nas Cordilheiras. Existem muitas lendas populares e indígenas envolvendo a música “Mãe da Lua”. Ela representa o movimento da arte que habita em mim.
09- Intuição (Chico Teixeira)
Música e letra minha, feita de forma intuitiva. Após a música pronta, descobri a história da Ilha Anchieta, localizado no litoral norte de São Paulo, onde havia um presídio de segurança máxima nos anos 30, 40. Minha família por parte de pai é toda do litoral.
10- Clélia (Chico Teixeira)
Clélia é a décima música de Saturno e leva o nome de minha bisavó materna, falecida aos 103 anos! Assim como minha bisavó, minha mãe, Sandra, também tem sua música instrumental em meu primeiro álbum, “Chico Teixeira Voz e Violão”, lançado em 2002. Em 'Mais que o Viajante', meu segundo álbum, meu filho Antonio ganhou 'Ouça Menino', que contém uma instrumental encaixada, finalizando a canção. Talvez seja minha maneira de eternizar o mais terno sentimento por membros de minha família.
/www.maxpress.com.br/


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TERRA BRASILIS

domingo, 6 de agosto de 2017

FABIO MIRANDA - CARAVANA SOLIDÃO ( EXCLUS. T B )




"Fábio Miranda também é ator e professor de música, mas, antes de tudo, bom frisar, é um jovem e talentoso violeiro, cuja atuação vem fazendo a diferença entre os músicos-instrumentistas de Brasília. Caravana Solidão, seu álbum de estreia, é a prova sonora do 'espírito imbricado' do inovador trabalho de arranjo de viola que Fábio apresenta em um punhado de belas e inéditas canções. Nesse disco, o violeiro apropria-se, entre outros, de ritmos tradicionais como a milonga, o pagode-de-viola, a moda-de-viola, aboios, guarânias, chamamés, batuques e até mesmo do samba. E, fazendo da inovação uma forma de perpetuá-los, os reinventa.

Atualmente, o violeiro, que é formado pela Escola de Música de Brasília, aperfeiçoa sua formação como professor de viola num mestrado em música e educação na Universidade de São Paulo. Também possui formação acadêmica em Artes Cênicas e atua como diretor musical em peças de teatro. As primeiras referências que Fábio Miranda teve sobre viola – que continuam valendo até hoje – vieram de músicos como Almir Sater, Tião Carreiro e dos radicados em Brasília Marcos Mesquita, Roberto Corrêa, Aparício Ribeiro e Emerson Fonseca. 'Através da sonoridade, dos toques, experiências e convivência com esses violeiros formei minhas primeiras referências no instrumento, desenvolvendo minha musicalidade, buscando as notas no braço da viola. O som desses violeiros – antigos e contemporâneos - me despertou os ouvidos para um som e uma temática totalmente nova e arrebatadora'."

Cristiano Bastos é jornalista
e repórter da Revista Rolling Stone Brasil


"A viola caipira, ou viola brasileira vive um momento muito especial de revitalizacão, mantém suas raízes firmes, mas se abre pra novas leituras e conexões com nossa atualidade, com nossa contemporaneidade. Assim é o Caravana Solidão, primeiro disco desse fantástico violeiro Fábio Miranda. Um CD muito bem produzido com uma sonoridade moderna, que nos mostra uma viola virtuosa em varias dobras e letras que unem o sertão ao urbano de forma clara e precisa, sem estereótipo. Uma linguagem própria que nos mostra o valor desse jovem violeiro que se lança no mercado trazendo novidade. E isso é primordial pra que a viola e sua cultura respire sempre novos ares! Saudações Fábio Miranda, seja muito bem vindo!!!"  
Chico Lobo
(violeiro)

"Ouvir 'Caravana Solidão' é salvar a audição nos tempos de sua regressão pela indústria cultural da música, essa que maltrata o cotidiano anulando a potência de ouvir em nossos dias. Bonita a viola de Fábio Miranda. Mais do que bonita: vigorosa, intensa é essa viola de Fábio Miranda. As letras, dele e do amigo Adalberto Rabelo Filho, são a poesia que faltava. Salve a viola, salve o destino da sincera música brasileira!"
Márcia Tiburi
(escritora)

"Grata surpresa: o CD de estréia do violeiro Fábio Miranda e a sua Caravana Solidão levam a viola a um universo atual com uma estética tradicional, e com letras muito bem sacadas para os dias de hoje"
Ricardo Vignini
(violeiro e produtor)
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VIOLETA DE OUTONO E ORQUESTRA AO VIVO (EXCLUS.T B)

Uma das melhores bandas surgidas nos anos 80 no Brasil que ainda mantém a magia do bom rock progpsicodelico. 
A banda Violeta de Outono foi formada em 1984 em São Paulo, Brasil, por Fabio Golfetti, Angelo Pastorello e Claudio Souza, moldando sua própria sonoridade ao misturar as tendências correntes na época com a psicodelia de Pink Floyd/Beatles, e rapidamente ganhou a atenção de público e mídia. Ao longo de mais de 30 anos de estrada, a banda se manteve paralela ao mainstream, obtendo uma reputação cult e reconhecimento internacional. Seus concertos são conhecidos pela atmosfera hipnótica e sons espaciais, e se tornaram a marca registrada da banda. Seu primeiro LP, homônimo, de 1987, marcado por uma psicodelia envolta em sombras, conseguiu a proeza de angariar fãs de rock progressivo e dos estilos pós-punk e dark/gótico.
Muitos anos e álbuns depois, o Violeta de Outono lançou em 2007 “Volume 7”, um novo marco para o som do grupo, com influências de rock, jazz, pop e um pouco da cena inglesa de Canterbury da década de 1970. Também desse período é o DVD “Seventh Brings Return – A Tribute to Syd Barrett”, lançado na Inglaterra pelo selo Voiceprint.
O fundador do Violeta de Outono, Fabio Golfetti, é atualmente o guitarrista da renomada banda psicodélica GONG, que foi liderada por Daevid Allen (1938-2015) – Fabio tem excursionado pelo Brasil, Reino Unido, Europa e Japão com GONG desde 2012, e também lançou o album “I See You” em 2014.
Em 2012, o Violeta de Outono lançou seu novo CD, “Espectro”, que ganhou recepção calorosa tanto no Brasil quanto no exterior. Com o seu estilo melódico e bem elaborado, o grupo está conquistando um crescente reconhecimento dos ouvintes e da imprensa musical. A formação atual conta com Fabio Golfetti (guitarra & vocal), Gabriel Costa (baixo), José Luiz Dinola (bateria) e Fernando Cardoso (órgão, piano & synth).

Violeta de outono e Orquestra foi gravado ao vivo no teatro do sesi com orquestra da Usp dirigida pelo maestro Juliano Suzuki.
Destaque para "Jupiter".
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NENHUM DE NÓS - A CÉU ABERTO - (A PEDIDO)

A Céu Aberto é o terceiro Álbum ao vivo e segundo DVD da banda de rock brasileira Nenhum de Nós. foi gravado e originalmente lançado pela Universal Music, em 2007, e relançado pela Radar Records, em 2014 com Nova Capa.
 Registro ao vivo em Porto Alegre comemora os 20 anos da banda em 2007 e este ano completando 30 anos será lançado mais um disco acústico com seus maiores sucessos.

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terça-feira, 11 de julho de 2017

GRUPO IMBAÚBA - (EXCLUS. T B)

Grupo Imbaúba

Do solo devastado brota a imbaúba, também conhecida como mãe-da-terra. Desse símbolo de resistência nasce o Grupo que empresta o seu nome para reunir em sua proposta as matizes sonoras da natureza: a ritualística tribal, as nuanças do canto dos pássaros, o etéreo bailar das árvores seculares da Amazônia, numa projeção sinestésica de ritmos e sons orgânicos que promovem a perfeita comunhão dos sentidos.
Propondo sensações ainda não vividas, mas pulsantes no seio da floresta, no coração do caboclo e concebidas para disseminar o respeito pelo verde, em uníssono o Imbaúba canta a esperança e a razão de ser das coisas. Canta a voz engasgada da natureza devastada e a dança dos banzeiros. Canta o singrar dos rios, a voz da cabocla lavadeira, canta a humanidade esquecida e o zunir espectral das matas. Canta, enfim, a voz do homem disposto a escrever uma nova página de preservação da vida.

Formado por Celdo Braga, Rosivaldo Cordeiro, João Paulo Ribeiro, Roberto Lima e Sofia Amoedo, é um trabalho musical acústico, basicamente instrumental, que reúne em seu repertório músicas de autoria própria, compostas a partir da sonoridade da natureza (música orgânica), como trinado de pássaros, farfalhar de folhas, batidas de sapopemas, enfim, de sons e ruídos que ocorrem na floresta, temperados pela magia e pela mística que emanam do universo amazônico.

Atuações

O grupo tem atuado em níveis local, regional, nacional e internacional. Tem se apresentado para autoridades que visitam o Amazonas como recentemente o fez para o príncipe Charles, como se verifica no DVD portifolium, onde também destaca os espaços concedidos pela mídia local, nacional e internacional.

A Poesia

A poesia do Grupo Imbaúba é assinada pelo poeta Celdo Braga, vocacionado que é em cantar a Amazônia, valendo-se da sua vivência ribeirinha e do seu engajamento com a poesia universal.


Palavras e notas em poemas e canções elevam a alma em suaves projeções.


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MISSA AMAZÔNICA

 

 E o Verbo se fez carne e armou sua maloca na Amazônia. Tomou o rosto de curumim, banhado nas águas barrentas de seus rios, ou nas negras como a escuridão, iluminadas pelos raios do sol.

Com esta Missa Amazônica, tecida pelo talento do grupo Imbaúba, nossa terra, nossas águas, nossos frutos, nossos animais, encantados e nossa gente, sobem ao céu como orvalho da manhã. As palavras, os rítmos e sons da floresta penetram em nosso coração, como a chuva que fecunda a terra. E, assim, acontece o maravilhoso encontro:
"Deus conosco e nós com Deus". São canções de louvor pela criação, de pedido de perdão ao Criador e de amor às criaturas. Canções de compromisso e de denúncia, de alegria e de festa. Canções que fortalecem a comunhão, que fazem reviver a esperança.

Dom Sebastião Bandeira Coelho Bispo Auxiliar de Manaus.

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MÃE DÁGUA

 

  Com cinco anos de existência, o grupo Imbaúba fecha um ciclo de sua trajetória artística, iniciado com o Cd Mãe da Terra. Fruto desse processo e afinado pelo diapasão dos sons que emanam da floresta, traz à luz seu novo trabalho, Mãe Dágua, que reúne canções já consagradas do cancioneiro regional, como "Banzeiro" (chap-chap) e "Cantos da Floresta", do Grupo Raízes Caboclas, "Olho de Boto", do cantor paraense Nilson Chaves e Cristóvam Araújo, "Cunhantã Dourada", de Thiago de Mello e seu filho Manduka, "Pescador", de Lucevilson, e "Solimões", de Mário Jackson e Zoth, todas entranhadas de telurismo e da mística das nossas águas.
A parte inédita, música e poesia, assinada pelos compositores Celdo, Roberto e Rosivaldo, dá à obra o timbre estético que consolida a identidade do Grupo, cada vez mais integrado aos valores culturais e à causa ambiental da Amazônia.
Embarque nessa canoa e tente perceber nas nuances de cada nota a paisagem encantada que esta obra enfeixa.

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MÃE TERRA

 Do solo devastado brota a imbaúba, também conhecida como mãe-da-terra. Desse símbolo de resistência nasce o Grupo que empresta o seu nome para reunir em sua proposta as matizes sonoras da natureza: a ritualística tribal, as nuanças do canto dos pássaros, o etéreo bailar das árvores seculares da Amazônia, numa projeção sinestésica de ritmos e sons orgânicos que promovem a perfeita comunhão dos sentidos.

Propondo sensações ainda não vividas, mas pulsantes no seio da floresta, no coração do caboclo e concebidas para disseminar o respeito pelo verde, em uníssono o Imbaúba canta a esperança e a razão de ser das coisas. Canta a voz engasgada da natureza devastada e a dança dos banzeiros.

Canta o singrar dos rios, a voz da cabocla lavadeira, canta a humanidade esquecida e o zunir espectral das matas. Canta, enfim, a voz do homem disposto a escrever uma nova página de preservação da vida.

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AMAZÔNIA CANTA
 Em tempos de ajuntamento tribal para formar uma corrente de luz em defesa da Amazônia, o Imbaúba, em ajuri musical, reúne Nilson Chaves e Valmir Pacheco (Pará), Zé Miguel e o poeta Joãozinho Gomes (Amapá), Neuber Uchoa (Roraima), o decano Sérgio Souto (Acre), além dos compositores consagrados no chão musical do Amazonas como Chico da Silva, Candinho, Célio Cruz, Natacha Andrade, Sidiney Resende e Rui Machado. Ganha reforço especial com Tatiana Sobreiro com a sua composição – "Dança dos botos" e Djuena Ticuna manifestando sua alma nativa em "Saudade da aldeia".

A obra é enriquecida com o canto de Zé Vicente (Ceará), que nos brinda com a canção "Amazonas é mar eu também sou", composta quando de sua estada em Novo Aripuanã-AM, e com a sensibilidade do Padre Valério Di Carlo (Itália), que, do hinário de suas belas composições, oferece-nos "O verde Amazonas" para registrar os 100 anos da presença benfeitora dos capuchinhos em nossa região.

Mosaico de sonhos, esta obra é um convite a todos os que amam a natureza e desejam unir sua voz em defesa da Amazônia e da vida. Neste puxirum, orquestrado por Rosivaldo Cordeiro, João Paulo, Sérvio Túlio, Sofia Amoedo, Roberto Lima e pelo poeta Celdo Braga, nosso propósito é convidar a todos para fazer de cada ato um gesto a favor do verde e dizer em uníssono: Canta Amazônia!

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TONI REZENDE - O QUE JÁ VI DA VIDA (EXCLUS. T B)

Toni nasceu em Rosal, 3º Distrito de Bom Jesus do Itabapoana RJ, atualmente reside em Teresópolis RJ. Desde criança cantava nas festas do colégio, festivais e programas de calouros. A primeira apresentação foi em um programa de calouros realizado por um parque de diversões itinerante. A convivência com músicos diversos e muitos deles parentes o fez cada vez mais envolver com a música. Estudou musica na Lira XIV de Julho, onde aprendeu tocar trombone, mas a vontade de cantar se fez mais forte e a carreira nunca mais parou.
Após adquirir vasta experiência nos 25 anos com a dupla Tony & Anderson, Toni Rezende passou a desenvolver um trabalho próprio, com influencias do estilo regional mineiro com influencia de  Milton Nascimento, Sá e Guarabira, Renato Teixeira e MPB com Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Toquinho entre outros.
Atualmente Toni Rezende se apresenta com o show do CD “O Que Já Vi Dá Vida” ao melhor estilo MPB e Regional Mineiro tendo na formação da banda quarteto com violão e baixo, guitarra, bateria e teclado.
Com uma proposta que vem para agradar a todos, Toni Rezende vem com um show vibrante e de alto refinamento musical que emociona e encanta.
Um disco lindo a começar pela capa, recomendo !
(21)2742-3152
(21)7616-6643

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terça-feira, 4 de julho de 2017

PITANGA EM PÉ DE AMORA - PONTES PARA SI

Quando falamos em produção musical brasileira do agora, pensamos em estilos, discursos e tendências valorizadas pela mídia cultural, que procura determinar aquilo que é contemporâneo e inovador ao público.
Para ser deveras inovador e contemporâneo não é proibido, entretanto, olhar para trás e mergulhar na fonte do que se produziu nos tempos antigos. Sobretudo depois que a internet facilitou o acesso a ela, através de arquivos completos, raros e inéditos, de compositores e obras populares que, até pouco tempo atrás, jamais imaginaria um jovem músico em formação poder conhecer a fundo e fundamentar os alicerces de seu trabalho nesses insumos do passado.
Formado por jovens na faixa dos vinte e poucos anos, o grupo Pitanga em Pé de Amora demostra como é possível fugir desse lugar comum da canção popular atual, através de uma produção colaborativa em que todas as referências musicais aprazíveis ao seus músicos são propostas sem a obrigatoriedade em seguir padrões pré-estabelecidos.
O trabalho coletivo norteia o cancioneiro do grupo, aonde os integrantes, (Angelo Ursini, Daniel Altman e Ga Setúbal, todos eles multi-instrumentistas), se revezam na autoria das composições letradas por Diego Casas, que além de letrista titular, também faz junto com Flora Popovic e Daniel Altman o vocal da maioria das canções.
O caráter colaborativo abrange não só a criação musical, mas também a performance do grupo no palco, evidente no rodízio de instrumentos musicais que se dá ao término de cada música – é um tal de alfaia pra lá, escaleta e caxixi pra cá, baqueta e violão acolá –, sobressaindo a espontaneidade e o improviso de um time centrado em sua vocação: fazer uma música bonita e envolvente de se acompanhar, com letras simples que celebram histórias pitorescas, as melodias e o amor, tal como a temática naïve de um Chico Buarque que falava no alto de seus vinte anos de jovialidade o tempo passado na janela que carolinas e januárias deixavam de ver.
Marchinhas carnavalescas, tangos nazarethianos, baiões e jongos, desprovidos daquele conservadorismo em se manter o estilo tradicional dos ritmos, se misturam de maneira natural com discursos jazzísticos e de vanguarda, tanto na riqueza das canções como nos elaborados arranjos que pontualmente abordam todas essas referências – a exemplo do que Guinga e todos os seus seguidores já provaram ser um caminho viável.
Zé Carlos Cipriano

O DISCO



Gravado nos estúdios Gargolândia e Cachuera!, o álbum contou com a produção musical de Swami Jr. Além dos cinco integrantes, muito outros músicos participam do projeto em diversas faixas. São eles: Lulinha Alencar (Piano); Fi Maróstica (Baixo); Douglas Alonso; Alê Ribeiro (Clarinete; Shen Ribeiro (Flauta); Will Bone (Trombone). Além deles, a faixa Ceará ainda conta com a participação especial da cantora Monica Salmaso e do flautista Teco Cardoso.

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