segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

RUI MAURITY - A NATUREZA

Natural de Paraíba do sul - RJ Rui Maurity de Paula Afonso é cantor e compositor.
Em 1970, foi vencedor do Festival Universitário do Rio de Janeiro, interpretando de sua autoria e Zé Jorge, "Dia cinco". No mesmo ano, gravou seu primeiro LP, "Este é Rui Maurity", pela gravadora Odeon, com destaque para as composições "Pelo telefone" e "Minie", ambas em parceria com Zé Jorge. Em 1971, gravou o LP "Em busca do ouro", no qual destacou-se a composição "Serafim e seus filhos", em parceria com Zé Jorge, e que tornou-se um grande sucesso, conhecendo diversas regravações. Em 1974, lançou o LP "Safra 74", que teve algumas de suas composições incluídas nas trilhas sonoras das novelas da TV Globo, "Escalada" e "Fogo sobre terra". Em 1976, lançou o LP "Nem ouro nem prata", cujo destaque foi a composição-título, em parceria com Zé Jorge, e que trazia ainda seu maior sucesso "Serafim e seus filhos". Em 1977, lançou o LP "Ganga Brasil", onde gravou o tema principal da novela "Dona Xepa", da Tv Globo. Com o tempo foi caracterizando cada vez mais sua carreira com os temas e músicas regionais. Em 1978, gravou o disco "Bananeira mangará", música-título de Janduhy Finizola. Em 1980, lançou o LP "Natureza", com destaque para as composições "Intriga municipal", "Casamento de São João" e "Civilizado", todas em parceria com José Jorge. Em 1984, gravou "A viola no peito", com destaque para "Zé Menino", dele e Zé Jorge. Sua composição "Estradas do interior" foi incluída na trilha sonora da novela "Ana Raio e Zé Trovão" da TV Manchete. Nos anos 1980, realizou inúmeros shows em diferentes cidades brasileiras. No Rio de Janeiro apresentou-se no Forró Fluminense, em Niterói. Em 1993, a Som Livre lançou o CD "Sucessos", com músicas de destaque em sua carreira. Em 1998 lançou pelo selo Artezanal o CD "De coração", no qual interpretou diversas parcerias com José Jorge, como a música título, "Cabo de guerra" e "Ronca o fole", além de outras como "Quanto mais você disser", parceria com Mário Paschoal.


01 - Batismo dos Bichos (Man gave names to all the animals)
(Bob Dylan - vers.José Jorge) 
02 - A Natureza
 (José Vicente da Paraiba - Passarinho do Norte) 
03 - Intriga Municipal 
(Ruy Maurity - José Jorge) 
04 - Casamento de São Jorge
 (Ruy Maurity - José Jorge) 
05 - A Senha do Lavrador 
(Helvécio - José Jorge) 
06 - Requiem por uma princesa Nagô 
(Ruy Maurity - José Jorge) 
07 - Contradança
 (Ruy Maurity - José Jorge) 
08 - Samba Nativo
 (Ruy Maurity - José Jorge) 
09 - Cantilena de Joana Magra
 (Ruy Maurity - José Jorge)
10 - Pé de Menino 
(Ruy Maurity - José Jorge) 
11 - Artimanhas de Lourenço, Filho de Serafim 
(Ruy Maurity - José Jorge) 
12 - Civilizado 
(Ruy Maurity - José Jorge)

Disco remasterizado de vinil  áudio 100% (disco fora de catalogo)
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sábado, 28 de outubro de 2017

SILVERIO PESSOA - CABEÇA ELETRICA CORAÇÃO ACUSTICO

Silvério Pessoa chegou ao mundo com a doçura do cheiro dos canaviais de Carpina, Zona da Mata Norte de Pernambuco, a 47 km do Recife. Dona Ivete, sua mãe, era professora de acordeon – daí por que dizem ter sido acolhido uterinamente pela musicalidade! Cantos e melodias estão na sua genética. As sensações que lhes traziam o forró e o maracatu rural despertaram um tantinho mais a vocação. E daquele menino nasceria o artista.

Antes, porém, Silvério seguiria o ofício de educador. Graduação e especialização sedimentariam a trajetória desse cidadão carpinense de olho no mundo, que, na metade dos anos 90, deixaria, de uma vez por todas, a música protagonizar os capítulos seguintes de sua história. mais à frente.

O Músico


De 1994 a 2000, um mergulho profundo no movimento Manguebeat, em seu auge. Com a banda Cascabulho, Silvério Pessoa gravou o CD Fome dá dor de Cabeça, revisitando a obra do paraibano Jackson do Pandeiro.

Dedicando-se aos vocais, começou a se aproximar da forma rítimica e sincopada do mestre, com quem multiplicaria os encontros mais à frente.

Nascido e criado no meio do povo, fez de seus trabalhos uma referência à linguagem, aos modos e costumes da gente pernambucana, seja da Mata Norte, Agreste ou Sertão. Mas é a alma nordestina quem lhe norteia. E inspirações não lhe faltam nunca pra misturar ciranda com baião, forró com maracatu, com referências e reverências a grandes artistas, como o alagoano Jacinto Silva e o seu coco de roda.

Mas quem esperar de Silvério um som ultrapassado, esqueça. É essencialmente contemporâneo. Ele dialoga com rock, pop, punk e intervenções eletrônicas. Um verdadeiro sincretismo musical de tudo o que ele vê e ouve por aí, acompanhando os 8 discos gravados desde o início da carreira solo.

Um voo nada solitário pelo planeta música.

Muito bom !!!!!!!
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ROLANDO BOLDRIN - LAMBENDO A COLHER - (EXCL. T.B)

Famoso pelos programas em que defendeu uma certa noção da cultura brasileira - vamos tirar o Brasil da gaveta! - Boldrin continua na ativa, sendo um repositório vivo dos causos e da música do Brasil profundo. Prova maior da sua atividade, é a capacidade que tem de se reinventar a partir do passado, soando inédito sem abrir mão de uma estética cujo interesse primeiro é aproximar e comunicar - como fazia o homem do campo, sem saber nada desse trem de estética. Lambendo a Colher, lançado pelo Selo Sesc em 2016, traz o artista comemorando seus 80 anos de vida, apresentando canções que, segundo o próprio, "tiveram um  efeito mágico" em sua trajetória.

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ARLENO FARIAS - RECEITA DE POESIA

Um dos mais virtuosos artistas populares brasileiros, Arleno Farias desce do alto do Brasil, São Rafael no Rio Grande do Norte. Cantor, compositor, letrista e instrumentista, Farias despontou para o País em 2004, com o disco e show batizados com o mesmo nome: “ForróMPB”. Arleno Farias extrai de sua viola percussiva com cordas de violão batidas de zabumba, bateria e tambores, além de reproduzir com a própria voz os instrumentos de sopro. Arleno Farias tem na herança paterna (é filho do repentista Arnaldo Farias) a grande inspiração para a arte popular. Uma característica marcante do artista é a mistura dos ritmos de raízes nordestinas (xaxado, baião, xote, maracatu, coco de roda e forró) com os “universais” reggae, rap e rock. Há alguns anos, já morando em São Paulo, teve uma de suas músicas, “Bicho do Mato”, retirada do disco “Receita de Poesia”, incluída em novelas de tv, o que lhe deu projeção. Ao longo de carreira, Arleno já dividiu palco com nomes como Elba Ramalho, Belchior, Dominguinhos, Zé Ramalho, Zé Geraldo e Alceu Valença entre outros.


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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

JOÃO PAULO AMARAL E TRIO - VIOLA BRASILEIRA

Pesquisando a viola caipira há anos, João Paulo Amaral é violeiro, arranjador e compositor com trajetória musical no país e em Festivais e palcos de Portugal, Espanha, México e Inglaterra.
Pioneiro ao defender o primeiro Mestrado em Música sobre a Viola caipira no país, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2008), onde realizou pesquisa sobre Tião Carreiro, leciona o instrumento na Emesp Tom Jobim.
Autor do método “Viola Caipira – arranjos instrumentais de musicas tradicionais”, Vencedor do Prêmio Ney Mesquita, ministra oficinas, masterclass, workshops e seminários de viola e música caipira por todo país, além de escrever artigos em Revistas especializadas e Anais de Congressos.
Amaral conquistou e foi indicado a importantes prêmios dentre os quais se destacam Indicação ao Prêmio Rival-BR categoria Atitude, com CD Orquestra Filarmônica de Violas (Zabumba, 2005), Petrobrás; Festivais nacionais (Voa Viola, Rumos Itaucultural, Projeto Pixinguinha); Medalha Carlos Gomes 2002 (Mérito por serviços prestados à comunidade pelo trabalho com a Oficina de Viola Caipira, hoje Orquestra Filarmônica de Violas), Prefeitura Municipal de Campinas; Primeiro lugar na Categoria Instrumental do Festival de Música de Poços de Caldas (MG, 2002) com sua composição “Sete Luas” para viola solo, Prefeitura de Poços de Caldas; Primeiro lugar na categoria Melhor Arranjo no Festival de Música de Poços de Caldas (MG, 2002) com sua composição “Suíte Carapiana” para trio de violas caipiras (Trio Carapiá), Prefeitura de Poços de Caldas.
Integrante e arranjador de grupos como Conversa Ribeira, Orquestra Filarmônica de Violas e Trio Carapiá, Amaral participou de mais de dez CDs, além de trabalhar com nomes como Renato Teixeira, Robertinho Silva, Natan Marques, Juliana Amaral, Luiz Felipe Gama e Ana Luiza, Guinga, Renato Braz, Mônica Salmaso, Ivan Vilela, Paulo Freire, Ricardo Herz entre outros.
Ao lado dos músicos Alberto Luccas (contrabaixo acústico) e Cléber Almeida (bateria e percussão), em 2010 o violeiro lançou o CD “Viola Brasileira – João Paulo Amaral Trio” (Cooperativa/Tratore), disco pré-selecionado no 22º Prêmio da Música Brasileira e elogiado por nomes como Paulo Bellinati.
Além do João Paulo Amaral Trio, do Conversa Ribeira e da Orquestra Filarmônica de Violas, atualmente o músico se dedica a seu trabalho solo e a outros projetos musicais.
João Paulo Amaral é professor do Curso Superior de Música (Bacharelado) da Faculdade Cantareira.
www.joaopauloamaral.com.br

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domingo, 24 de setembro de 2017

MARIA BETHANIA - (EXCLUS. TERRA BRASILIS)

Simplesmente uma diva da musica brasileira, não é necessário nenhum comentário.
Bom, mais uma exclusividade Terra Brasilis uma seleção escolhida a dedo de canções mostrando uma Bethânia mais cancioneira, mais raiz .
Destaque para "Estrela" do saudoso  poeta Vander Lee.

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CANTIGAS PARA O MESTRE ELOMAR (EXCL. TERRA BRASILIS)

Quando se fala em Elomar até as águas do rio gavião para.
Tive o grande prazer de conhecer a região de Anagé, o próprio rio gavião que hoje virou represa o habitat natural do menestrel.
Para entender Elomar fica mais claro quando vc conhece o lugar.
Com exclusividade Terra Brasilis estou postando uma seleção de cantigas de Elomar na voz de outros cantadores, como Tadeu franco, Tau Brasil, Zeca Baleiro, Ana salvagni entre outros.
Espero que agrada a todos e já estou editando o segundo.

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