segunda-feira, 11 de maio de 2020

CARLOS COLMAN - PARCERIA

A boa música, a verdadeira, sempre é preservada na memória. Essa construção de tons e letras sempre atinge o coração das pessoas. Para isso, alguns músicos são mais que especiais e conseguem o respeito de todos os músicos de vários gêneros. Um desses está em plena atividade de criação e através das redes sociais sempre está mostrando algo de bom. Com novas “obras primas” lançadas nos últimos dias, mostra a capacidade de criatividade desse grande músico sul-mato-grossense que faz parte do primeiro time dos artistas do Mato Grosso do Sul. “Andar do Meu Lado” e outra que ele mesmo diz que ainda não tem nome, mas com certeza cairia muito bem: “Espinho e a Flor”. Duas belas músicas e que mostram a força desse músico: Carlos Colman. Sim ele mesmo. Um músico que é referencia e que está cada vez melhor com sua arte. Na realidade é um artista que merece ser mais valorizado pelos órgãos culturais como outros que fazem parte desse time especial como Geraldo Espíndola, Celito, Paulo Gê, Paulo Simões, Guilherme Rondon e Gilson Espíndola. Seu trabalho é singular e jamais deixou sua autenticidade de lado. O lado do campo e o romantismo sempre estiveram no caminho dele desde quando surgiu com o Grupo Therra. Carlos Colman não pode ser lembrando como o artista que compôs a linda “Castelânea”. Canção essa que atravessou as fronteiras. O artista tem centenas de belas canções como: “Coração de Violeiro” que particularmente acho uma das suas melhores e que em sua primeira estrofe deixa claro toda sua sensibilidade de músico e poeta quando escreve: Coração de violeiro/ Não carece dono não/Já vive preso nas cordas de viola ou violão/ Gosta de uma moda boa/E de quem sabe escutar/As dez cordas conversando num dueto em par. Sem falar também da bela “Coração Ventania” que é cantada por todos. Carlos Colman é assim e sua carreira a cada ano que passa se firma e é sem dúvida um dos principais nomes da música sul-mato-grossense. Com sua nova parceira, Ana Paula Duarte na qual lançaram um lindo CD intitulado “Parceria”, novos e bons frutos estão chegando para aqueles que adoram a verdadeira musica regional do Mato Grosso do Sul. Que siga em frente sempre!
*https://www.blogdoalexfraga.com.br

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TERRA BRASILIS

terça-feira, 28 de abril de 2020

ALEXANDRE KLINKE - TERREIRO

Alexandre Klinke é um músico de São Paulo, Brasil, atualmente reside em Vancouver, BC. Sua música combina ritmos folclóricos brasileiros com elementos de rock, jazz e eletrônicos.

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CLEBER ADUÃO - BATENTE

É poeta, educador e compositor; membro do Movimento Cultural Balaio de Gente. Exerceu a função de Representante Territorial de Cultura do Velho Chico de 2009 a 2011 e de Coordenador do Macro território Oeste de 2011 a 2013 pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Gravou os CDs "A Primeira Passagem” (2000); "Nosso Canto" (2008); "Relíquias" (em parceria com Welton Gabriel, 2011); Coletânea "Cléber Eduão & Parceiros" (2012). Em 2011/2012 participou da “Antologia Poético-Musical Balaio de Gente” com Canção Para Zequinha Barreto, parceria com Celo Costa e Marcelo Nunes e organizou a “Antologia Poética dos Cordelistas do Velho Chico”. Em 2015 começou gravar o CD “Batente”, foi lançado em 2016. Cléber Eduão, nascido em São Gabriel - BA, traz as influências das cantorias, das violas e da MPB contemporânea.

clebereduao2016enc.wix.com/batente
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segunda-feira, 6 de abril de 2020

RIVA SANTANA - CANTANDO O SÃO FRANCISCO DE RIO ABAIXO


Riva Santana, natural de Santa Luz -PI, Músico, Compositor, Intérprete, Cantador, Produtor, Arte-educador e Empreendedor. É radicado no Distrito Federal desde a década de 70 e iniciou sua carreira artística nos meados de 1979 tocando e cantando em bares, restaurantes, boates, clubes, dentre outros espaços de cultura e de entretenimento. Tem o Violão como seu instrumento de estudo e de profissão, entretanto, tem domínio de execução sobre outros instrumentos, como cavaquinho, guitarra, viola caipira e alguns dos de natureza percussiva. Participou, foi finalista e premiado em alguns dos importantes festivais de música do Brasil, entre os quais, o Viola de Todos os Cantos da EPTV-Globo em Contribuiu para a realização de vários eventos de desfile de Escola de Samba do Distrito Federal como Compositor e como dirigente de agremiação e foi nesse segmento, que formou e integrou o grupo de samba de partido alto PRATA DA CASA que teve importante participação na cena musical de Brasília partindo do final dos anos oitenta até a metade dos anos 90. Há que se ressalvar também, a sua participação como concorrente, em conjunto com três parceiros de Ala de Compositores, no 1 Primeiro Festival de Pagode de Brasilia que foi uma realização da ARUC e ANACIM em 1987, e juntos conquistaram o premio de melhor música e de melhor interpretação. Como Empreendedor, Produtor e Arte-educador, Riva Santana contribui para princípios das políticas públicas culturais: garantir o direito a formação musical básica à pessoas menos favorecidas e promover a elas o acesso a bens e serviços artísticos e culturais, e isto, através da realização de cursos de Violão e Teclado dentro do projeto Arte Para a Cidadania que foi criado por ele no ano de 2008 e que já consta em seu histórico a realização de 4 edições nos anos de 2008, 2009, 2012 e 2014 respectivamente, sendo 3 com o patrocínio do FAC Fundo de Apoio à cultura da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal através de editais, bem como de apresentações de grupos musicais que apresentam e representam vários gêneros da nossa cultura musical, teatro de bonecos, dentre outras linguagens, com alvo e gratuidade dirigida ao público escolar em ambiente escolar, dentro do projeto CANTANDO O SÃO FRANCISCO DE RIO ABAIXO, onde mais de 20 apresentações já foram realizadas com e sem patrocínio em O trabalho literomusical de Riva Santana faz abordagens, principalmente, a temas de causas e questões sociais e ambientais objetivando a educação e conscientização critica para defesa e contribuição para resolução de tais problemáticas que afligem a nossa a sociedade em benefício comum. Em sua trajetória, várias das suas obras, por ele, foram produzidas, gravadas e editadas em álbuns musicais, os quais estão listados abaixo com indicação dos anos em que foram produzidos e dos conceitos temáticos que abordam Gravou, seu primeiro trabalho (compacto simples) em parceria com outro músico na cidade de São Paulo; Gravou seu segundo trabalho, o CD musical intitulado CANÇÃO DO REGRESSO que retrata o perfil do cidadão comum na vida social; Gravou com o patrocínio do FAC/Secult/DF, o álbum musical CANTANDO O SÃO FRANCISCO DE RIO ABAIXO, seu terceiro trabalho, em defesa do meio ambiente, das causas sociais, culturais e econômicas da região do semi-árido nordestino que abrange o rio São Francisco; Gravou VISÃO URBANA seu quarto CD musical, patrocinado pelo FAC/Secult/ DF, com literaturas que versam sobre questões e causas sociais que afetam a vida e o viver das pessoas comuns em seu dia-a-dia; Produziu com o patrocínio do FAC/Secult/DF, seu quinto álbum musical intitulado Nordestinos Candangos, e este, é o resultado de uma parceria que foi pactuada no ano de 2008, com os amigos, colega de ofício, Diró Nolasco e Luizão do Forró (Músicos e Compositores) e que também originou o grupo musical Nordestinos Candangos O álbum Cantando o São Francisco de Rio Abaixo foi premiado pelo edital Microprojetos Rio São Francisco lançado pela Funarte em novembro de 2011, e com o premio foram replicadas 5 mil unidades do referido álbum.


Vc tambem pode acessar nas principais plataformas digitais.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

UNS E OUTROS - AO VIVO ESTUDIO RADIO KISS FM


Meus caros.
Tenho recebidos alguns pedidos para postagem de alguns discos de pop rock Brasil anos 80 depois que fiz algumas postagens do gênero algum tempo atrás.
E por surpresa estão um dos discos mais baixados o disco do Anibal e também o da banda oitentista Uns e Outros ao vivo.
Tenho um bom acervo de grupos oitentista (muitos raros) e que irei fazer  algumas postagens a respeito.
Na verdade foi uma geração  dourada do rock nacional que jamais  voltará a existir, que o diga quem teve o prazer de viver esse ápice da época.
Bom, fazendo uma garimpagem visualizei este video do grupo Uns e Outros no estudio da radio Kiss Fm de São Paulo.
Baixei o vídeo e fiz as trilhas apesar dos cortes finais não ter ficado 100%.
Mas vale a pena ter o arquivo  com excelente qualidade em 320Kbps.
Destaque para "canção em volta do fogo" pra mim a musica mais linda do rock nacional, a musica perfeita com arranjos, letra e harmonia e claro um excelente vocal.

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

RICARDO DUTRA E QUINTETO ARALUME - CANTEIRO DE ALUMIÁ


Chamado de “trovador contemporâneo”, o compositor, cantador e instrumentista Ricardo Dutra e o Quinteto Aralume, de música instrumental brasileira, lançam o álbum Canteiro de Alumiá.
De maneira poética e imbuídas de lirismo melódico, os temas das 10 composições do álbum abordam histórias do povo brasileiro e a natureza que os rodeia, unidas ao refinamento artesanal dos arranjos, que proporcionam a este trabalho a sonoridade armorial.

“[…] Ricardo Dutra, qual um menestrel, canta o que seus olhos veem e o seu coração sente construindo uma narrativa que busca um mundo mais sensível, idílico, onde a natureza em seu equilíbrio seja a verdadeira regente de todas as relações… Numa espécie de evocação a todos os cantadores, o encontro de Ricardo com o Aralume celebra musicalidades presentes no Brasil de Dentro… Um belo disco onde a criação e a busca sonora se confundem com o viver e com o sonho da construção de um mundo mais humano“, escreveu o professor da USP e violeiro Ivan Vilela que faz a apresentação do disco no encarte do álbum.

Parceria inusitada
A inspiração para a parceria surgiu depois que Ricardo Dutra assistiu a uma aula espetáculo do Quinteto Aralume, que realizava uma homenagem a Antonio Madureira, líder do Quinteto Armorial, grupo que fez sucesso na década de 1970, ao criar uma música erudita brasileira de raízes populares. O Quinteto Armorial nasceu no contexto do Movimento Armorial, idealizado pelo escritor Ariano Suassuna, este movimento cultural surgiu no Recife e se espalhou pelo Brasil.

Fui tomado por uma sensação estética e histórica da música dos trovadores… foi uma experiência luminosa que me deu outra perspectiva da música do cancioneiro antigo… uma idéia central do disco, do cultivo à luz, do canteiro que você cultiva, que você planta a luz, e essa luz é a música, é o canto,… E o próprio nome Aralume, que pela etimologia seria uma junção de uma luz numa pedra num altar, neste disco, Aralume é o próprio ato de arar a luz“, disse Antonio Madureira apos ouvir o álbum, em seu depoimento transcrito no encarte do CD.

O que é Canteiro de Alumiá?
O nome do espetáculo Canteiro de Alumiá merece uma explicação. A palavra canteiro neste espetáculo traz seus diversos significados: o canteiro de obra, o canteiro de cantaria (arte de talhar pedra), e também o canteiro de flores, sendo a flor um elemento poético bem utilizado nas letras das canções. Todos estes canteiros formam o Canteiro de Alumiá, um lugar de tarefa e lapidação desta obra musical, que alumia com o encanto das canções que nele brota e fecunda.
O álbum também conta com a participação especial da cantora Leticia Torança em três faixas.
O projeto tem o apoio do Edital Música da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Ficha técnica
Ricardo Dutra: Voz, Violão e Viola Brasileira
Ana Elisa Colomar: Flautas
Bruno Menegatti: Rabeca
Francisco Andrade: Viola Brasileira
Thiago Moretti: Violão
Yonan Daniel Violoncelo

Saiba mais:https://barulhodeagua.com/

1281 – Disco Canteiro de Alumiá revisita o Movimento Armorial, com elogios de Antonio Madureira e Ivan Vilela

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ALCEU VALENÇA - VALENCIANAS / MARIA DAPAZ - DA COR MORENA (REPOST A PEDIDOS)


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Link da postagem de Musica aos vivos  de Pádua com duas faixas repetidas já repostado.
E obrigado por ter deixado nos comentários essa observação.
Abs

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

PÁDUA - MUSICA AOS VIVOS


"Músicas aos Vivos", um projeto do cantor goiano Pádua que ficou engavetado durante anos, finalmente se materializa, vira DVD.

Gravado há um ano, em outubro de 2010, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (UFG), em uma apresentação só para convidados, o "Música aos Vivos" é um conjunto das obras mais importantes do cantor ao longo de sua carreira.

Músicas conhecidas como Louca Magia, Mulher Cigana, Vambora Andar, Pele, Mestre da Obra, Quando Tudo é Bom e outros trabalhos autorais se entrelaçam com canções que sempre fizeram parte do repertório do artista como Eu Quero é Botar o Meu Bloco Na Rua, Pavão Misterioso e Calix Bento. A canção inédita Pouco Adianta, de Pádua e Carlos Brandão, também integra o repertório do DVD .
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

CONVERSA RIBEIRA - DO VERBO CHÃO


Formado por Andrea dos Guimarães (voz), Daniel Muller (piano e o acordeão) e João Paulo Amaral (viola caipira e voz), o grupo lança seu terceiro álbum, Do Verbo Chão, com um desdobramento singular da música caipira. O disco cultiva, ao mesmo tempo, o vínculo da tradição com a liberdade de criação em novos arranjos, manifesta mais uma vez sua força criativa, seu sentido crítico, sua presença original, recolhendo porções de beleza e sabedoria que o passado do povo caipira oferece e projetando ao futuro uma produção cheia de imaginação. 
Com 17 anos de carreira, o trio segue firme na pesquisa musical e a intenção de resgatar pérolas criadas por grandes autores da história da música caipira. O novo álbum, por exemplo, revela Pé de ipê, toada de Tonico; as modas de viola Gostei da morena, de Raul Torres; Herói sem medalha, de Sulino; e Moda da Onça, canção de domínio público que Inezita Barroso recolheu em Itapecerica da Serra, na década de 1940. Integram ainda o repertório as canções Atrás poeira, de Ivan Lins e Vitor Martins, Folia, de Lourenço Baeta e Xico Chaves, e Olho d’água, de Paulo Jobim e Ronaldo Bastos.
Ao lançar Do Verbo Chão, o trio manifesta a necessidade de preservar a tradição sem tratá-la como peça de museu, mas como um processo cultural dinâmico. Nessa pegada, o grupo Conversa Ribeira já dividiu o palco, em 2012, com a Orquestra Municipal de Jundiaí, criando arranjos para incorporar a orquestra de cordas à sua concepção peculiar da música caipira, e com a Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Em 2017, voltaram ao palco da Orquestra Municipal de Jundiaí, ao lado de Renato Teixeira. O segundo álbum, Águas Memórias, foi lançado em 2013. Ao longo de sua trajetória, o trio já tocou ao lado de Guinga, Inezita Barroso, Mônica Salmaso e Paulo Freire.

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https://www.conversaribeira.com/
Vc tambem poderá acessar o grupo nas principais plataformas digitais.

Recomendadíssimo !!!
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