O Violeta De Outono foi formado em
1984 em São Paulo, Brasil, por Fabio Golfetti, Angelo Pastorello e
Claudio Souza, moldando sua própria sonoridade ao misturar as tendências
correntes na época com a psicodelia de Pink Floyd/Beatles, e
rapidamente ganhou a atenção de público e mídia. Ao longo de mais de 30
anos de estrada, a banda se manteve ativa, obtendo uma reputação cult e
reconhecimento internacional. Seus shows são conhecidos pela atmosfera
hipnótica/viajante que se tornou sua marca registrada. Seu primeiro LP,
homônimo de 1987, é marcado por uma psicodelia envolta em sombras que
conseguiu a proeza de angariar fãs de rock progressivo e dos estilos
pós-punk e dark/gótico.
O trio estreou em 1986 com o EP
“Violeta De Outono” através da gravadora independente Wop Bop Discos, e
inclui as faixas “Outono”, “Trópico” e “Reflexos Da Noite”. A partir
deste lançamento, a banda se projetou em rádios e revistas e foi
contratada pela gravadora RCA que lançou o LP “Violeta De Outono” em
1987. Durante o período RCA/BMG de 1986-1989 a banda ainda gravou o EP
“The Early Years” que inclui 4 covers psicodélicos clássicos, e também o
álbum “Em Toda Parte”, onde o Violeta De Outono introduziu elementos da
música eletrônica e étnica na sua sonoridade psicodélica.
Durante os anos 1990, a banda se
reuniu esporadicamente e registrou algumas demos que foram compiladas no
álbum “Mulher Na Montanha” em 1999. Durante esse periodo o guitarrista
Fabio Golfetti se dedicou ao projeto Invisible Opera Company Of Tibet,
ligado o grupo franco-britanico Gong de Daevid Allen.
Em 2000 com nova formação a banda
retomou as atividades, e em 2005 foi lançado o álbum “Ilhas” com a
participação do baterista Gregor Izidro e também do tecladista Fabio
Ribeiro. Em 2006 o trio original se reuniu para uma série de shows
especiais com a participação de uma orquestra formada de músicos da
Orquestra Sinfônica da USP, que foi registrado no DVD “Violeta De Outono
& Orquestra”.
Em 2007 Violeta de Outono lançou o
álbum “Volume 7”, um novo marco na história do grupo, com mais
influências de rock progressivo e jazz. Também desse período é o DVD
“Seventh Brings Return – A Tribute to Syd Barrett”, lançado na
Inglaterra pelo selo Voiceprint. Em 2012, o Violeta de Outono lançou o
CD, “Espectro”, que ganhou boa recepção tanto no Brasil quanto no
exterior e em 2016 o álbum “Spaces”. Esses últimos contam com a formação
do quarteto, Fabio Golfetti, guitarra & vocal, Gabriel Costa,
baixo, José Luiz Dinola, bateria e Fernando Cardoso, órgão, piano &
synth, e completam uma trilogia iniciada com o álbum “Volume 7”.
Em 2017 o trio original, Fabio,
Angelo e Claudio, se reuniu especialmente para a comemoração de 30 anos
do lançamento de seu primeiro LP de 1987. Desde então o trio está em
atividade com alguns shows agendados e um futuro álbum com composições
perdidas está nos planos da banda.
* https://violetadeoutono.com/
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista .
Download
TERRA BRASILIS
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
BLUE MAMMOTH
Blue Mammoth é uma banda de neo Prog Rock nascida em 2009 no Rio de Janeiro, formada por Julian Quilodran, André Micheli, Thiago Meyer e Cesar Aires.
Em 2011 o grupo lança seu álbum de estreia auto-intitulado, que com certeza agrada não os fãs de Rock Progressivo, mas também todos os amantes de música, e principalmente aqueles que buscam uma sonoridade complexa, limpa e bem feita.
O álbum foi composto e finalizado de forma totalmente independente, e só após sua conclusão a banda o lançou através de um selo, Masque Records em 2011.
Em pouco mais de 1 hora, a banda leva o ouvinte até o início dos anos 70, com sons que remetem à época, porém sem deixar de parecerem retrô. Um misto de moderno com antigo sem se tornar uma bagunça que deixa sua audição ainda mais agradável.
"Blue Mammoth" consiste em um conceito que envolve 7 histórias diferentes, divididas na tracklist do álbum: "Blue Mammoth"; "Metamorphosis"; "Rain of Changes"; "The Same Old Sad Tale"; "Quixote's Dream"; "Resurrection Day"; "Infinite Strangers".
A beleza do álbum começa logo pela capa, onde se vê a materialização do mamute azul que leva o nome da banda. Quem adquire a cópia física, vê que a imagem da capa se estende, exibindo uma estrada onde vários homens caminham rumo ao mamute.
para a bela combinação de guitarras old school e um êxtase sinfônico dos teclados e arranjos orquestrais.
Porém o conceito do álbum não se limita apenas às faixas. A capa do álbum também é um ponto forte do trabalho, pois exibe ainda mais o estilo e conceito que a banda se encaixa.
Cada personagem da história do álbum está desenhado na capa estendida do álbum, logo abaixo.
A
foto se refere à 3 das histórias do álbum: "Blue Mammoth", "Rain of
Changes" e "Quixote's Dream". É possível ver os personagens (soldados de
várias épocas) ao fundo e acima um casulo de mariposa gigante.
A
ideia da capa partiu do integrante Julian, que imaginou um mamute
imponente na beira de um precipício, então o ilustrador Julio Zartos fez
a arte a partir dessa ideia. Inicialmente o album não foi concebido de
forma conceitual.
André
Micheli tinha alguns temas já compostos, e junto de Julian, pegaram
mais alguns materiais inéditos, como a peça Overture, antes direcionada
para orquestra, e assim foram formando o conceito da peça "Blue
Mammoth". Com isso, a banda teve gancho para finalizar o álbum com mais
criações, para assim formar o elogiado trabalho.
Um
trabalho magnífico, bem produzido, desde a capa à composição musical.
Há uma maestria cristalina na composição das faixas. O álbum, sem atirar
pra todos os lados, alcança uma homogeneidade e consegue agradar a
todos os amantes da música em geral, principalmente os entusiastas do ProgRock da década de 70. Um trabalho verdadeiramente caprichado,
digno de estar na estante de todo colecionador!
Pra quem é fã de Genesis, Marillion vão deslumbrar com a semelhança dos vocais e dos arranjos.
Se vc gostar adquira o original valorize a obra do artista.
Download
Fugindo de sua longa tradição, o Brasil tem sido varrido por
amontoados de música descartável nos últimos anos.
Este movimento começa em meados da década de 90, e tem se
estendido até a atualidade. Infelizmente, o populismo que permeava a política do
país se enraizou na música, e para os que preferem algo com qualidade sofrem
martírios ao ligarem TV ou rádio.
Mas como o que é bom resistem às intempéries modistas, o
Brasil também se mostra um produtor de ótimas bandas de Rock em todas as suas
vertentes. E no Rock Progressivo, temos no quarteto carioca BLUE MAMMOTH um de
seus grandes representantes em nosso país. E felizmente, para os ouvidos mais
exigentes, eis que eles retornam com seu segundo álbum, "Stories of a
King".
Em relação ao disco de estréia, "Blue Mommoth" de
2011, o trabalho do grupo está mais coeso, mais sólido. Mas não se preocupem,
pois aquela sonoridade rebuscada, muito influenciada por gigantes do gênero
como GENESIS, YES e JETHRO TULL continua a mesma, bonita e elegante, mas
existem toques modernos que fogem um pouco ao estilo, algo herdado do neo Prog. Mas não destoa, pois o trabalho do grupo é incrível, uma experiência
etérea e maravilhosa de ser experimentada.
Em termos de qualidade sonora, "Stories of a King",
podemos dizer que o disco foi um parto para ser feito, fora os problemas com a
saída do guitarrista César e a entrada de Vinícius. Mas mesmo com tudo isso, a
banda conseguiu uma qualidade sonora de primeira, estando bem claros cada um
dos elementos que compõem sua música. E mesmo alguns timbres mais modernos aparecem
nas guitarras vez por outra.
A arte da capa é maravilhosa, algo de belo e que transmite
as idéias conceituais das letras do disco, mas sem deixar de ligar a obra ao
grupo.
Vocais de primeira, linhas de teclados e guitarras excelentes,
baixo e bateria mostrando-se coesos e com bom nível técnico, fora momentos com cellos
e flautas. E tudo isso com uma dinâmica bem diversificada, com arranjos sempre
técnicos, e em alto nível. Se a palavra "fantástico" pode definir o
trabalho de uma banda, realmente o BLUE MAMMOTH merece.
Em dez músicas, a banda desfila um trabalho que supera as
expectativas, que vai adiante de certas limitações e fronteiras. Podemos dizer
que a banda faz Rock Progressivo atualizado, ou seja, tem toda a vibração e
técnica dos anos 70, com aquela atmosfera etérea, mas ao mesmo tempo não nega o
presente, e caminha para o futuro de peito aberto.
É interessante ver que a banda não tem uma música
gigantesca, algo comum ao estilo, mas mesmo assim, cada canção é preciosa e
mostra algo belo.
Se vocês desejam algumas faixas para mera referência do
leitor, podemos indicar "The Endless Road" e seu belíssimo trabalho
vocal assentado em uma base instrumental bem diversificada, a mais moderna e
pesada "Children's Fear" (com um trabalho de guitarras e baixo muito
bom, trazendo o peso e modernidade do Prog Metal para o trabalho do grupo,
embora os vocais temperem a música com aquele jeitão setentista), a linda e
introspectiva "Lonely Flight" e seus arranjos de teclados e uma
bateria muito bem postada, a envolvente "Nobody's Hero" (mais uma
vez, os teclados se sobressaem muito bem, fora um solo muito bom), a pesada "The
Reign" e seus arranjos instrumentais mais voltados para o Prog Metal (se
sobressaindo mais uma vez baixo e bateria), e a emotiva "Wrong Ways"
(que mesmo com momentos mais pesados, mostra forte dose de emoção e boa dose de
acessibilidade musical, sem, no entanto, perder a qualidade).
E é interessante citar que cada letra conta a história de um
personagem, contadas sob o ponto de vista de um narrador (no caso, o próprio
quarteto), que nos leva a contemplar cada momento da vida, com seus altos e
baixos, e talvez vermos as nossas próprias vidas ali.
Um disco marcante, e que pode ser tornar um futuro clássico
do gênero por aqui.
Longa Vida à música de qualidade!
Longa Vida ao BLUE MAMMOTH!
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Download
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
CARAVELA ESCARLATE
Ativa desde 2011, a banda carioca Caravela Escarlate vem se consolidando com um dos pilares do novo cenário do Rock Progressivo nacional. Formada por David Paiva, multi-instrumentista e compositor, em parceria com o tecladista e compositor Ronaldo Rodrigues, a banda se completa com o veterano baterista Elcio Cáfaro, dono de extenso currículo na MPB e na música instrumental brasileira. Em 2016, lançaram o primeiro álbum, batizado de Rascunho, inteiramente instrumental e como um duo. No ano seguinte, o trio entrou em estúdio para gravar o segundo álbum, autointitulado, bastante aclamado pela crítica nacional e internacional e pelo público. A banda despertou o interesse do selo norueguês Karisma Records, especializado em rock progressivo, e o álbum foi relançado em CD e LP em 2019 com distribuição mundial, fazendo com que o trabalho da banda atingisse maior capilaridade. Uma das poucas bandas brasileiras com um importante selo europeu dando suporte ao trabalho da banda.
Desde então, o disco vem recebendo resenhas elogiosas em canais especializados no mundo todo e recentemente a banda teve destaque no veículo MAT2020, da Itália, e em uma extensa matéria na PROG Magazine, principal publicação impressa sobre rock progressivo da atualidade.
A banda também contabiliza dezenas de apresentações em teatros e festivais no Brasil e, no momento prepara o repertório para seu novo álbum, cujo lançamento ocorrerá em 2020.
*Be prog
Caravela Escarlate - Home | Facebook
Vc pode acessar tb nas principais plataformas digitais.Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Para quem gosta de rock progressivo sinfônico de altíssima qualidade esse é recomendadíssimo!
Download
TERRA BRASILIS
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
JOÃO TRISKA AO VIVO NA CASA
João Triska é um versátil cantor/compositor paranaense, uma das atuais
revelações da música brasileira, passeia pela MPB e pelo Folk/Rock em um
som cheio de personalidade que promove o dialogo de uma estética
universal com elementos da sonoridade regional do Sul do Brasil e da
América do Sul.
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS
terça-feira, 19 de novembro de 2019
RENATO BRAZ E QUARTETO MAOGANI - CANELA - AO VIVO
Belíssimo disco lançado com o trio Maogani agora ao vivo com grandes clássicos da musica latina americana.
"Canela" foi lançado em 2015, nesta nova roupagem ao vivo foram incluídas mais duas faixas "um vestido y un amor" e "luchin" esta ultima um clássico do grupo chileno Inti Ilimani .
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS
"Canela" foi lançado em 2015, nesta nova roupagem ao vivo foram incluídas mais duas faixas "um vestido y un amor" e "luchin" esta ultima um clássico do grupo chileno Inti Ilimani .
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
CHICO TEIXEIRA - CIRANDA DE DESTINOS
O cantor, compositor e violonista Chico
Teixeira lança Ciranda De Destinos, sexto álbum da carreira, segundo
pela Kuarup Produtora. No projeto atual o artista traz clássicos da
música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio
público resgatadas por grupos folclóricos das regiões sul, sudeste e
nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por
diferentes costumes e lutas.
O álbum de 10 faixas conta com a produção musical do próprio Chico Teixeira e tem participações muito especiais, são elas: Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira, seu pai. Além dos arranjadores João Oliveira (produtor musical e multi-instrumentista do Vale do Paraíba), Mauricio Novaes (multi-instrumentista e criador de conceituados jingles), Márcio Werneck (flautista que acompanha há anos o cantor e compositor Renato Teixeira) e Crispin Del Cistia (guitarrista e pianista do projeto Falso Brilhante, de Elis Regina). “A escolha das participações foi bem natural, são todos meus amigos. Não fui eu que escolhi, as coisas foram clareando, as canções pertenciam a eles”.
Chico Teixeira é compositor nato, tendo praticamente todos os seus discos formados por canções autorais, mas neste procurou trazer uma abrangência maior da música popular brasileira. No repertório, clássicos como a cantiga mineira Riacho de Areia, onde o violão e coro de Roberto Mendes se unem à variante Xaréu, da Chula Baiana, representando assim as congadas; Negrinho do Pastoreio, música gaúcha de lenda afro-cristã, que traz marca da luta contra a escravidão. Aqui, além da participação especial no violão, há o primeiro registro oficial do vocal de Yamandu Costa; O Trenzinho do Caipira faz uma junção do erudito com o popular; Nau Sertaneja, uma visão poética das tradições do povo vale paraibano, reconhecendo a região como um dos mais ricos berços lítero-culturais do país e Rancho Fundo, que representa tão bem o povo brasileiro.
“São músicas que eu já tinha vontade de gravar, fazem parte da minha vida e me emocionam. Tenho ligação com cada uma delas, elas estão dentro de mim”, relata Chico Teixeira.
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
https://www.chicoteixeira.com.br
Download
TERRA BRASILIS
O álbum de 10 faixas conta com a produção musical do próprio Chico Teixeira e tem participações muito especiais, são elas: Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira, seu pai. Além dos arranjadores João Oliveira (produtor musical e multi-instrumentista do Vale do Paraíba), Mauricio Novaes (multi-instrumentista e criador de conceituados jingles), Márcio Werneck (flautista que acompanha há anos o cantor e compositor Renato Teixeira) e Crispin Del Cistia (guitarrista e pianista do projeto Falso Brilhante, de Elis Regina). “A escolha das participações foi bem natural, são todos meus amigos. Não fui eu que escolhi, as coisas foram clareando, as canções pertenciam a eles”.
Chico Teixeira é compositor nato, tendo praticamente todos os seus discos formados por canções autorais, mas neste procurou trazer uma abrangência maior da música popular brasileira. No repertório, clássicos como a cantiga mineira Riacho de Areia, onde o violão e coro de Roberto Mendes se unem à variante Xaréu, da Chula Baiana, representando assim as congadas; Negrinho do Pastoreio, música gaúcha de lenda afro-cristã, que traz marca da luta contra a escravidão. Aqui, além da participação especial no violão, há o primeiro registro oficial do vocal de Yamandu Costa; O Trenzinho do Caipira faz uma junção do erudito com o popular; Nau Sertaneja, uma visão poética das tradições do povo vale paraibano, reconhecendo a região como um dos mais ricos berços lítero-culturais do país e Rancho Fundo, que representa tão bem o povo brasileiro.
“São músicas que eu já tinha vontade de gravar, fazem parte da minha vida e me emocionam. Tenho ligação com cada uma delas, elas estão dentro de mim”, relata Chico Teixeira.
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
https://www.chicoteixeira.com.br
Download
TERRA BRASILIS
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
RELMIVAM MILHOMEM - ALDEIA GLOBAL - AO VIVO
O cantor e compositor tocantinense Relmivam Milhomem, natural de
Araguaína vem de uma família de músicos, desde cedo aprendeu a se
expressar através de suas canções, vivenciou e armazenou em sua memória
emotiva os comezinhos, as tradições, as peculiaridades do povo
tocantino, mas principalmente aprendeu a amar o cerrado, os rios
Araguaia e Tocantins, aprendeu a ouvir as árvores, os ribeirões, a
seca e as chuvas, e entendeu o quanto esta natureza exuberante do
Tocantins é importante não só para o seu povo e comunidades
tradicionais, mas importante também para o planeta.
Relmivam é conhecido de ponta a ponta no estado do Tocantins, por participar de festivais, CDs, tocar e cantar em bares, restaurantes, eventos, e assim, foi levando sua música ao conhecimento do público em geral, sempre com um gosto apurado para o melhor da música popular brasileira, bem como, sua música de raiz, com sua inconfundível viola. Iniciou sua carreira na década de 90, teve como influência vários cantores e compositores tocantinenses.
E traz sua poesia musicada em “Aldeia Global”. Foi convidado a participar do projeto “Palmas Para o Mundo”, através da Fundação Cultural de Palmas e apoio da Associação Contágius, que foi apresentado no Theatro Fernanda Montenegro.
O disco apresenta canções inéditas de sua autoria e parceiros. Sendo que uma delas é bem especial para o cantor, de composição e interpretação do consagrado cantor Nilson Chaves, representante legítimo do Pará, mas que tem reconhecimento nacional, como sendo um dos melhores cancioneiros de nosso país. Nilson Chaves canta como convidado especial, cantando “Pérola Azulada” de Zé Miguel/Joãozinho Gomes e outras composições de Relmivam.
“Aldeia Global” é uma declaração de amor ao planeta terra, à sua essência maior, que é a natureza que nos rodeia e o quanto é necessário a conscientização de todos para a preservação de nosso planeta. Canções cheias de poesia e emoção, algumas de uma profunda delicadeza, outras de uma alegria contagiante.
Vc pode acessar também nas principais plataformas digitais.
Recomendo !!!
Se vc gostou adquira o original, valorize a obra do artista
Download
TERRA BRASILIS
Relmivam é conhecido de ponta a ponta no estado do Tocantins, por participar de festivais, CDs, tocar e cantar em bares, restaurantes, eventos, e assim, foi levando sua música ao conhecimento do público em geral, sempre com um gosto apurado para o melhor da música popular brasileira, bem como, sua música de raiz, com sua inconfundível viola. Iniciou sua carreira na década de 90, teve como influência vários cantores e compositores tocantinenses.
E traz sua poesia musicada em “Aldeia Global”. Foi convidado a participar do projeto “Palmas Para o Mundo”, através da Fundação Cultural de Palmas e apoio da Associação Contágius, que foi apresentado no Theatro Fernanda Montenegro.
O disco apresenta canções inéditas de sua autoria e parceiros. Sendo que uma delas é bem especial para o cantor, de composição e interpretação do consagrado cantor Nilson Chaves, representante legítimo do Pará, mas que tem reconhecimento nacional, como sendo um dos melhores cancioneiros de nosso país. Nilson Chaves canta como convidado especial, cantando “Pérola Azulada” de Zé Miguel/Joãozinho Gomes e outras composições de Relmivam.
“Aldeia Global” é uma declaração de amor ao planeta terra, à sua essência maior, que é a natureza que nos rodeia e o quanto é necessário a conscientização de todos para a preservação de nosso planeta. Canções cheias de poesia e emoção, algumas de uma profunda delicadeza, outras de uma alegria contagiante.
Vc pode acessar também nas principais plataformas digitais.
Recomendo !!!
Se vc gostou adquira o original, valorize a obra do artista
Download
TERRA BRASILIS
domingo, 10 de novembro de 2019
MARCELO BARRA - PEQUI
Marcelo
Barra (Goiânia, 18 de setembro de 1959) é um cantor e compositor
brasileiro que se tornou conhecido por cantar sobre a cultura de Goiás,
seu estado natal.
Quando
tinha apenas nove anos de idade, Barra aprendeu a tocar cavaquinho. Aos
doze começou a estudar violão. Em 1976, aos dezesseis, venceu o
Festival Comunicasom, fato que viria a repetir novamente em 1981 e 1982.
Em 1981, lançou, em parceria com o maestro e compositor José Eduardo Morais, o álbum Coisas tão nossas.
No ano seguinte, lançou o compacto simples da canção "Araguaia",
impulsionada pelo sucesso no festival. Pouco tempo depois, Fafá de
Belém gravou a canção, tornando Barra conhecido no meio musical de todo o
país.
Outra canção que o consagrou nacionalmente foi "Saudade Brejeira", de José Eduardo Morais e Chaul.
Em 1983 gravou com Morais seu segundo álbum, intitulado Recado. Participou do "Projeto Pixinguinha", ao lado de Wagner Tiso e Cida Moreira, em shows que percorreram várias cidades do Nordeste. Mais tarde, atuou no "Projeto Pixingão", dividindo o palco com Sérgio Ricardo.
A canção "Cora Coralina",
uma homenagem à poetisa homônima, recebeu um videoclipe da equipe de
produção de um programa de televisão.
O
CD Clássicos da MPB – Vol 1- Serestas Brasileiras é produto de um
grande sonho do cantor Marcelo Barra. É o 18º disco de sua carreira.
Desde muito cedo, o cantor conviveu com a música dentro de casa. “Aprendi
estas canções desde criança, cantadas por meus pais, avós, tias nas
constantes reuniões familiares que sempre acabavam em música. Depois dos
salgadinhos, dos doces e das bebidas, logo chegava alguém para afinar o
violão e começar a cantoria. Eu achava um cantinho e ouvia tudo. Hoje
tenho a sensação de que as músicas das Serestas Brasileiras fazem parte
da minha vida, da minha família e tenho a felicidade e o orgulho de
registrar em Cd algumas dessas canções .”
A
ideia da gravação do Cd surgiu numa conversa entre Marcelo, Rinaldo
Barra e Hermes Fonseca (guitarrista e violonista). Uma grande pesquisa
foi feita e depois de mais de 50 músicas representativas, 12 foram
escolhidas para compor o CD. Hermes concebeu a harmonização de 7
músicas. O produtor Ricardo Leão, amigo e parceiro de muitas produções
ao lado de Marcelo Barra , entrou de corpo e alma no projeto, assumindo a
produção musical e os arranjos. No seu estúdio Jaula do Leão, no Rio de
Janeiro, gravou as doze faixas entre Outubro e Novembro de 2005.
Lançado
em 2007, Pequi o 19º disco da carreira de Marcelo Barra, é considerado
pelo artista como o mais regional de todos que já gravou. A direção
musical ficou a cargo de Natan Marques, arranjador e violonista que já
trabalhou com Elis Regina, Renato Teixeira, Lula Barbosa, Jane Duboc.
O Cd traz uma variedade de ritmos e estilos passando pela Toada, Salsa, Samba, Balada, Catira e Choro. “O importante é cantar Goiás, seja em que ritmo for”, resume Marcelo Barra.
A produção foi viabilizada através da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia.
Se vc gostou adquire o original, valorize a obra do artista.
Download
sábado, 9 de novembro de 2019
LUIZ AUGUSTO - ACUSTICO
Sua trajetória musical começou nos festivais, e foram vários por todo Brasil, participou de programas nacionais como Som Brasil, Empório Brasileiro e outros que marcaram a música regional no país
Se vc gostou adquire o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS
LUIZ AUGUSTO E AMAURI GARCIA - MEU INTERIOR
Os goianos Luiz Augusto e Amauri Garcia são cantores e compositores e trabalham juntos desde a década de 80. Começaram suas carreiras em casas noturnas de Goiânia. Participaram de centenas de festivais de música por todo o país, além de inúmeros projetos e programas musicais, e gravaram seu primeiro álbum, “Gosto de Sol”, em 1987. Lançado inicialmente em LP, esse álbum foi relançado em CD em 1998 em comemoração aos dez anos do trabalho.
O casamento vocal desta dupla já proporcionou vários convites para participarem de outros CDs e DVDs, entre eles dos também goianos Juraildes da Cruz, Maria Eugênia, Valter Mustafé e Lucas Faria.
Em 2011, a dupla lançou o álbum “Meu Interior”, com a produção do músico Luiz Chaffin – o mesmo produtor da cantora Maria Eugênia – e que traz canções próprias, de parceiros musicais e ainda releituras de trabalhos já conhecidos do público.
Com esse álbum, Luiz Augusto e Amauri Garcia chegaram à condição de finalistas no 23º Prêmio VALE da Música Brasileira na categoria “Melhor Dupla Regional”.
“Meu Interior” é um trabalho consistente, que mescla vários ritmos e vertentes musicais, mas com a linguagem própria característica de uma combinação de vozes perfeita. Os arranjos são concebidos na medida perfeita de cada canção, realçando-lhes ao mesmo tempo a doçura e a força das melodias.
Luiz Augusto e Amauri Garcia é um duo que o Brasil precisa conhecer. “Meu Interior” é um álbum imprescindível em sua discoteca.
Se vc gostou adquire o original, valorize a obra do artista.
https://www.facebook.com/pg/LuizAugustoeAmauriGarcia
E-mail: luizmusico@yahoo.com.br
Download
TERRA BRASILIS
Assinar:
Postagens (Atom)











